Duas mães e um pai: Argentina registra caso inédito de bebê com filiação tripla

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Antonio, Susana, Valeria, Hernán: "somos uma família diferente das 'famílias-exemplo' "

Antonio, Susana, Valeria, Hernán: "somos uma família diferente das 'famílias-exemplo' "
Antonio, Susana, Valeria, Hernán: “somos uma família diferente das ‘famílias-exemplo’ “

Depois de aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo a Argentina aprovou que uma criança de 1 ano tivesse em seu registro o nome de três pais: duas mulheres e um homem.

A Argentina oficializou nesta semana o que está sendo noticiado como o primeiro bebê do país com filiação tripla. Antonio tem um ano de idade e, a partir da última quinta-feira (23/04), três sobrenomes: os de suas mães, unidas em matrimônio igualitário, e o do pai biológico, que também aparecerá no registro da criança.

Casadas sob a chancela da lei do matrimônio gay, em vigor na Argentina desde 2010, Susana, pediatra de 39 anos, e Valeria, dona de restaurante de 39 anos, não quiseram procurar um banco de material genético para conceber a filha ou filho que queriam. Foi aí que entrou Hernán, ator de 37 anos e amigo íntimo do casal. “Ele não se ofereceu como um doador. Na verdade, conversamos todos sobre o projeto de ter um filho entre nós três”, explicou Susana à imprensa após a cerimônia que oficializou o registro.

filiacion_tripleARGENTINAdoc“Tanto a jurisprudência argentina quanto a internacional indicam que devem ser articulados os direitos constitucionais, civil e familiar para salvaguardar o direito fundamental da pessoa humana de conhecer a sua identidade”, destacou Echagüe. Com informações Opera Mundi

 

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