O governo da China pretende intensificar os novos regulamentos sobre o cristianismo no país.

Um novo projeto de lei visa proibir a realização de atividades religiosas de qualquer instituição em locais não autorizados, incluindo treinamentos ou conferências. Grupos religiosos também não poderão participar de eventos no exterior e nem mesmo receber doações.

O número de incidentes contra igrejas e a pressão sobre os cristãos está cada vez maior. O presidente Xi Jinping, que agora é líder central do Partido Comunista da China, poderá consolidar todas essas reformas com mais autoridade e poder do que antes.

“Na conferência do partido, que vai acontecer em 2017, todos saberão o que realmente o presidente planeja. Mas a igreja na China já pode aguardar por um tempo de mais restrições e dificuldades”, disse um dos colaboradores da Portas Abertas no país.

O governo chinês vem dando respostas duras à religião, em particular o cristianismo, que experimenta um intenso crescimento no país. Ao longo dos últimos três anos, mais de 1.500 igrejas foram demolidas e tiveram suas cruzes removidas na província de Zhejiang. Pastores e advogados que se opuseram à campanha do governo foram presos.

Em julho, autoridades da província de Guizhou anunciaram que cristãos que vivem na China poderão perder seus benefícios sociais, caso não parem de frequentar a igreja. Além disso, os filhos de famílias cristãs não poderão ter acesso à faculdade ou uma academia militar, caso as famílias insistissem em frequentar igrejas.

O governo também estabeleceu que qualquer pessoa que levasse uma pessoa menor de idade para a igreja, responderia a um processo judicial. A legislação chinesa proíbe crianças menores de 18 anos a receberem qualquer tipo de educação religiosa.

FONTE: PONTO DAS IGREJAS, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS

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