Sensor ultrassensível pode diagnosticar o câncer

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A Bíblia retrata no evangelho de Mateus capítulo 16 versículo 26 que “[…] Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? ” e como vidas estão sendo ceifadas.
Neste século, o número de óbitos aumentou de maneira estrondosa,  onde o quantitativo de mortes  em relação às guerras mundiais causa espanto.cancer_ozy-1_wide-d9b340d9227a5e83d45a7eaf278bfadca333ab47-s4-c85 O mais interessante são as causas como : a violência urbana, questões religiosas, falta de amor ao próximo, a fome, a corrupção, a pobreza extrema e as doenças incuráveis. Neste artigo, destacaremos as mortes por doenças que afetam nossas famílias que estão presentes no dia-a-dia, em destaque, o câncer.

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer) o câncer pode ser entendido como um conjunto de células (100 células) que “têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida”.
Os cientistas almejam criar métodos que identifiquem este mal no início para que vidas sejam curadas e reduza o índice de mortandade desta doença.
A ciência avançou nesta área e segundo o site da UOL, desta semana, uma brasileira, integrante do Instituto de Microeletrônica de Madri, 35 anos, chamada Priscila Monteiro Kosaka residente em Madri desenvolveu um sensor que permite sem biópsia ou métodos invasivos, detectar a presença do câncer antes dos sintomas aparecerem mediante um exame de sangue ( usando a técnica de bioreconhecimento também utilizada no diagnóstico de hepatite e Alzheimer). Contudo, só deverá ser comercializado daqui a uns 10 anos devido à necessidade de teste e amostras necessária para o uso.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil tem 576 mil casos de câncer por ano. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) é o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

Fonte: Site Uol – Saúde – 08 de Abril de 2015.

Liza Lima – Colunista do Ponto das Igrejas

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