César Souza: Tomando posse da promessa

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testamento

“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito. Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo.” Gálatas 3:13-16

O Senhor estabeleceu uma aliança eterna com seu servo Abraão, que por meio de sua fé, foi justificando diante de Deus. Nesta aliança o Senhor lhe prometeu que faria dele uma grande nação, que seu nome seria engradecido e ele seria uma benção (Gn 12:2-3).

Estas promessas do Senhor para o pai da fé poderiam ser sintetizadas em uma palavra que tem recebido uma grande notoriedade em nossos dias. Podemos, facilmente, identificar que Deus prometeu sua prosperidade a Abraão.

Em nossos dias, temos encontrado muitas pessoas buscando a prosperidade como sinônimo de bem aventurança na vida financeira. Um novo evangelho tem surgido sob o título, ainda que informal, de teologia da prosperidade.

É preciso tomar cuidado, pois a mensagem do evangelho, pregado e vivido por Cristo, é o arrependimento e o amor, manifestado pela caridade para com os nossos semelhantes.

Todavia, não podemos deixar de ter em mente que o desejo do Senhor sempre foi constituir um povo forte, bem sucedido e que iria usufruir de tudo o que Ele criou para nós.
Vemos as promessas que o Senhor fez a Abraão, sendo renovadas em Cristo e chegando a todos por meio da fé. Um sacrifício realizado pelo próprio Deus que nos elevou a condição de coherdeiros em Cristo de todas as promessas feitas a Abraão.

“E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” Romanos 8:17
Estas promessas são efetivadas em nossas vidas através do nosso esforço e dedicação, tendo sempre o cuidado de ter Cristo em primeiro lugar e não o esforço para melhorar de vida.
Temos com o Apostolo Paulo um exemplo claro de que devemos trabalhar para obter o nosso sustento e nossa provisão, sem perder de vista que tudo vem até nós pelo favor imerecido obtido pelo sacrifício de Cristo, a saber, a graça de Deus.

“De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem o vestuário. Sim, vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e aos que estão comigo, estas mãos me serviram. Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” Atos 20:33-35

 Em tempos difíceis como os nossos é preciso cuidar de nossa vida financeira para que possamos proporcionar uma boa condição de vida para nós mesmos e para nossos familiares, tendo a certeza que somos titulares de uma promessa, a de que iremos bem em tudo o que pusermos as nossas mãos.
A verdade é que temos o direito e o que vai fazer a diferença entre o que pedimos e o que recebemos serão os motivos que movem os nossos corações.

Vemos nas palavras do apostolo Paulo que ele não cobiçava a riqueza, mas sim sustentar a ele e aos que estavam com ele, e contribuir para a expansão da pregação do evangelho.
As promessas existem e são nossas por direito, mas precisamos almejá-las pelos motivos corretos, senão veremos se cumprir em nós as palavras de outro apóstolo chamado Tiago.
“Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.”
Tiago 4:3

Tenha Cristo ocupando o primeiro lugar de sua vida, creia que as promessas são para nós e faça sua parte se esforçando e, então, experimentarás um verdadeiro milagre.

Pb César Souza – Diretor do Programa Adoração Total

Colunista do Ponto das Igrejas – Quarta/Quinta-feira

 

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